Aquele jovem estava perdido em seus pensamentos e inquietações enquanto fazia uma longa viagem de ônibus.
Quando olhou pela janela, viu ao longe uma criança que, do colo de sua mãe, apontava instantemente para a beleza do céu.
Não se demorou para acompanhar a indicação daquela criança... Seu olhar se prendeu no Céu, que, mesmo sendo tão azul e belo naquele fim de tarde, não tinha conseguido chamar a atenção do coração errante.
Agora, as nuvens das preocupações haviam se dissipado e o jovem já conseguia sentir novamente que há um Céu acima de tudo o que ele vivia. Conseguia sentir novamente que existe um «para sempre» depois de todos os sofrimentos desta vida.
Ele queria ver como a criança, para sempre.
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